quinta-feira, 31 de maio de 2012
SaHEELfo´s BDAY!
quinta-feira, 3 de maio de 2012
A QUASE RECEITA DO MÊS + POP PHONE
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ROCK'N SP
sexta-feira, 20 de abril de 2012
ROSE EGOISTINHA
terça-feira, 17 de abril de 2012
MENINOS X MENINAS
Helloooo people!!
rs brincadeira (não leva a mal Paulinha, não resisti : * )
Então,
Vira e mexe eu acabo ouvindo dos meus amigos homens, que não são poucos, que mulher não tem amiga. Que a amizade entre as mulheres é diferente do que a entre os homens. Os motivos? Porque segunto os truta, ‘brother que é brother’ não pega mulher do outro, nem entra em competições por quem é o mais bonito, o mais bem vestido, etc etc.
Sempre ouço essa groselha e fico quieta. Em primeiro lugar, o ego dos homens é cada dia maior. E se a competição não é por beleza, acontece por quem tem o melhor carro, quem pega mais ou quem é o mais intelectual, entre váarias outras coisas que nem eles mesmos percebem. Tão fúteis quanto as competições femininas.
E eu não sei com quem tanto esses homens andam conversando pra chegar a conclusão de que todas as mulheres são falsas umas com as outras.
Partindo do meu exemplo, que não é dos melhores porque as minhas amigas não são exatamente a feminilidade em pessoa, e observando as diferentes rodas de amigos e amigas que tenho, eu chego a conclusão mais óbvia do mundo: a de que competição entre amizades é uma coisa de caráter, independente do sexo.
Algumas pessoas ainda tem aquela imagem de mulher do interior limitada, que se junta com as amigas no cabeleireiro pra falar mal do vestido da cicraninha que casou com beltraninho, filho de zezinho, na festa que rolou alí no golfe clube da cidade.
E não sei se é muita sorte a minha, ou se graças a Deus eu me aliei com amigas de valores iguais aos meus, mas NUNCA tive nenhum problema em relação a qualquer tipo de competição com ninguém. E jamais passou pela minha cabeça que as minhas amigas sintam algo do tipo em relação a mim. Do mesmo jeito que os caras falam que ‘se precisar, meus amigos saem de onde estiverem pra me acudir as 5 da manhã’ eu ainda posso dizer o mesmo sobre as minhas amizades, e elas sobre mim. Mas concordo que isso é muito raro hoje em dia.
Bem longe de mim ser feminista, sei que se uma mulher chegar em uma festa e encontrar uma amiga vestida igual, vai olhar feio e querer se matar, enquanto que se dois amigos se encontram usando a mesma camisa, vão ficar se abraçando, dando risada e se xingando. Isso deve ser legal de ser homem... Mas como nunca me aconteceu de chegar a algum lugar e estar parecida com alguem, ainda to de boa...
xxxx
PB
SINDROME DE TUSSAUD
Esses dias um amigo meu me perguntou porque é que eu não tenho silicone. Por algum motivo, fiquei sem resposta na hora. E se tem uma coisa que eu nunca fico é sem resposta! Depois de alguns minutos em silêncio (entenda-se gaguejando) e tentando me explicar, me bateu um surto de consciência e eu falei : ‘Eu que te pergunto porque raios eu deveria colocar duas bolas de plástico embaixo da minha pele’. Ele deu risada e eu tambem, com um fundo de raivinha (será que esse bisnaga quis dizer que eu PRECISO de silicone?). Mas partindo do princípio de que eu não quero, logo não preciso. Então pronto.
O que até ontem era coisa de Cicciolina (não querendo xoxar a Cicciolina – we love trash 80’s), hoje virou o normal. Mais normal do que tirar o apêndice. E olha que eu tenho certeza que você conhece muita gente que tirou o apêndice! O fato é que pouquíssimas mulheres precisam realmente dessas coisas pra alinhar as proporções. Fazem simplesmente porque virou parte do ciclo de vida. E daí pra virar obsessão por todos os tipos de procedimentos cirúrgicos/estéticos é um pulo. Muitas hoje vivem em torno do estica aqui – bota lá – desloca – abaixa – levanta – aperta – puxa e vai.
Nada contra querer dar um ‘up’ no que já caiu ou esticar o que enrugou, mas me desculpem se eu me perdi em algum momento da história da estética… fazer tudo isso pra no final ficar todo mundo com a mesma cara e o mesmo corpo é, no mínimo, muito curioso. Mais curioso até do que as pessoas que gostam de se vestir igual… As modinhas e ‘tendencinhas’ vão passando e as seguidoras ainda tem a opção de não querer mais parecer que saíram de um exército de Barbies… Agora, vai se arrepender de ter virado uma estátua do Madame Tussaud..!
Ps.: Até o fechamento dessa edição não tivemos nenhuma notícia de algum anti-herói do Dr Ray. Se você conhece um cirurgião plástico que desfaz amarração e traz o teu corpo de volta, escreve pra gente!
quarta-feira, 28 de março de 2012
MAS E AÍ? CADE OS DONUTS??
Alguem já parou pra pensar aonde foram parar os clássicos Donuts, que mesmo já decadentes, sumiram completamente depois da febre dos cupcakes?
Primeiramente, vamos analizar os cupcakes. Cupcakes são mini bolinhos, feitos de massa de bolo normal mesmo, só que mais sem gosto, cobertos com uma camada de glace - é assim que chama aquele açúcar endurecido por cima? - onde você pode usar a criatividade na decoração do mesmo e personalizá-lo com o nome da sua marca de roupas, com confeitos de estrelinhas ou até com uma micro mamadeira de açúcar, em caso de chá de bebê. Cupcakes são aqueles bolinhos fofinhos que vinham no kit da cozinha da Barbie, quando você nem sabia que aquela belezinha tinha um nome, porque a gente chamava tudo de ‘docinho’.
A proporção do cupcake já é desfavorecida por si só pelo tamanho/altura desse quitute, que impede que você possa harmonizar uma parte da massa E da cobertura na mesma mordida. Na maioria das vezes você come só a parte de cima e deixa metade da base de trigo jogada na forminha. Eeee normalmente a parte de cima não valeu a pena porque era puro ‘açúcar endurecido’. E aí você tem a certeza de que ingeriu a caloria mais desnecessária da sua vida.
Agora eu queria entrar em um outro assunto mas talvez esteja falando besteira perante as minhas leitoras boleiras, doceiras, apreciadoras de mini bolos e afins, que é: Porquêee não se fazem cupkaces recheados e com coberturas de verdade?.. tpo 3 dedos de bicho de pé no meio e três de brigadeiro por cima. Nem precisa fazer desenho nem nada... no máximo jogar uns granulados coloridos por cima, que eu já acho viadagem de bom tamanho e pronto!
Sorry mas não resisti a minha diquinha-inha para as confeiteiras de plantão... Porque mesmo que eu tenha falado um balde de abobrinha, eu acho que só assim eles talvez substituam os Donuts. Mesmo que os Donuts ainda tenham o fator ‘nostalgia’ e algo que os marketeiros usam que significa ‘lembrança de experiência de vida’ ou qualquer groselha desse tipo.
O fato é que agora, eu como visionária, acho que mais do que nunca os Donuts deveriam voltar. Seria como o ressurgimento do New Balance 1600, com toda a bagagem retrô que você, engajado da moda e da cultura, procura em um produto! E olha que eu não digo isso nem por mim, porque nem glútem eu como... é mais por vocês mesmo. Tá dada a dica!
QUANTA RIQUEZA!
O reality já acabou, a Val já tá em capa de revista com a tradução ‘Pobre de novo?’, a Narcisa já deve ter esquecido que programa foi esse que ela fez, as outras eu não consigo imaginar onde estejam porque não sei quem são e a repercursão continua como se nesse país não existisse nada mais interessante ou absurdo pra se comentar.
Infindáveis foram as críticas sobre a ostentação e futilidade com a qual as ‘mulheres ricas’ do programa exibiam o dia a dia e a quantidade de dinheiro que gastavam pra se manter finas e nos esquema da high! As velha rica todas fica indignada!
Eu não sei se estou ficando muito louca ou se já vi muita coisa nessa vida porque na verdade indignada fico eu de ver essa repercusão toda em cima desse programa, sendo que vemos coisa igual ou pior todos os dias a nossa volta. E não são só mulheres... São homens, meninos, meninas, velhos, bichas, gayteros e afins... De todas etnias e idades. Todos ricos, querendo mostrar das mais variadas formas as excentricidades e futilidades afloradas nesse Brasilzão.
Eu na verdade não acompanhei a esse programa porque achei chato... porque não gosto do batom rosa que uma usa, do sotaque de uma segunda... e tampouco da outra que grita com a empregada porque não acha o sapatinho da Barbie ou porque acabou a água de côco do Maltês. E mais chato ainda é comentar sobre essas coisas depois. Quero ver alguem achar graça nisso tudo depois de assistir a história da Savannah no The E! True Hollywood Story.
Não vejo nada de ‘ai que loucura’ nessas personagens sem pudor e com um senso, digamos, exótico com relação a dinheiro. Como eu disse, isso eu vejo todo dia. Mulheres Ricas não deveria passar na tv por um simples motivo- repito: era chato... porque muita mulher junto falando é chato. Mas enquanto tiver gente criticando e se indignando, eu sou plenamente a favor de acontecer uma segunda temporada. Porque primeiro que não muda nada na minha vida e tenho certeza eu na sua tambem; segundo que se muda na da Val, eu fico feliz de ver alguem feliz... mesmo que seja a Val; e terceiro porque a RedeTv merece esse ibope vai...
segunda-feira, 26 de março de 2012
Bem me quer, mal me quer...
Desde os primórdios o ser humano está reclinado a seguir determinados padrões para sentir a segurança da aceitação. A necessidade de se sentir admirado e incluso em um grupo gera inúmeros sentimentos em uma pessoa, sendo eles na maioria um tanto primitivos.
A famosa egotrip faz com que alguem consiga sentir ódio pelo simples fato de existir uma divergência de valores ou de gostos da parte de outra pessoa.
Quem expõe seu estilo de vida ou pensamento em qualquer veículo está naturalmente propício a receber todo tipo de elogios, críticas positivas e principalmente negativas. Cabe a maturidade do ‘criticado’ em questão saber lidar com isso. E quem não tem estrutura pra ser contrariado, melhor que fique trancado em casa, quetinho. Mas como ninguém faz isso, hoje temos um séquito de pessoas que não só sentem raiva de quem não compartilha da mesma opinião que elas, como se dão ao trabalho, por exemplo, de parar a sua vida para criar um email falso para
prejudicar alguém, um fake no twitter ou facebook ou apenas para fazer agressões verbais sem nexo, sem embasamento.
Sabemos que nesses dias de hoje existe gosto pra tudo e cada dia que passa surge uma doença psicológica mais estranha que a outra. O que antes era generalizado apenas como ‘diversos níveis de psicopatia‘ se torna cada vez mais complexo e nem Freud, nem Jung, nem o Dr Sergio, meu psiquiatra, explica. Então, a gente que odeia frases de caminhão do tipo ‘sua inveja faz a minha fama‘ ou, mais chique, ‘love me or envy me‘ , somos obrigados a partir desses princípios e acreditar que quanto mais estamos sendo criticados, mais estamos no caminho certo. Afinal, fazer com que as pessoas entrem em contato com outras formas de pensar é incômodo, e se é incômodo, é porque faz um mínimo de sentido. E tenho certeza que qualquer um se sentiria saisfeito sabendo que está expandindo a percepção das pessoas
de alguma forma.
Resolvi falar sobre isso nessa semana por motivo de alguns acontecimentos recentes. Melhor explicando, quando me mandam e-mails falando qualquer abobrinha sem sentido, dou risada e falo ‘yeye’. Agora, poxa vida, outro dia recebi algo que dizia como meu cabelo é ruim! Não preciso falar que isso acabou com o meu mês... Meu trauma capilar é antigo e hoje converso muito com meu terapeuta e até com meus amigos a respeito disso... Porque imagino que seja o melhor jeito de superar uma infância onde todas as lindas crianças de cabelos loiros e lisos nem sequer dividiam um pacote de Baconzitos comigo no recreio por dizerem que meus cabelos eram pixaim. E ok, eu sei que o fato de ser nórdica e ter olhos claros não compensa o fato de ter passado anos sendo comparada com o Xororó, mas minha m
ãe sempre me ensinou a lei da compensação, e que auto estima é a alma do negócio.
E pra finalizar, outra coisa que ando observando... Em restaurantes, casamentos, mesas de bar... Como a frase ‘odeio fulano’ virou tão comum quanto falar ‘olha como o tempo firmou’. Longe, mas muito longe de mim, querer dar a entender que eu sou Madre Tereza e não concordo com atitudes de várias pessoas que conheço! Agora, acho engraçado como muita gente, mas muita gente mesmo, vive falando como ‘odeia’ as pessoas sem mesmo conhecê-las. Me deixa chocada a quantidade de pessoas que ‘odeiam’ a troco de nada! A troco de ‘não ir com a cara’, a troco de não gostar do jeito que o outro se veste, a troco de não concordar com uma opinião diferente. Esse vazio das pessoas é realmente cansativo e frustrante. Acho curioso como , falando sério, 80% das pessoas que conheci recentemente me falaram ‘Nossa eu te odiava, mas você é uma fofa!’. Em primeiro lugar, eu não sou fofa ok, então por favor parem com isso. Aannd, em todos esses casos eu não me lembrava de ter visto tal pessoa na minha frente!
E pra você, que como eu, cansou de tanta caretice, tanta babaquice, da eterna falta do que falar... Não tenho mais nada o que dizer, porque a sociedade é cada dia mais hipócrita e chata mesmo, e não sou eu que vou mudar alguma coisa. Mas enquanto existirem pessoas que gostam do que eu escrevo, eu vou continuar fazendo isso.
Agradeço o carinho dos que me elogiam e gostam das minhas palavras, e que me pedem pra voltar a escrever toda vez que eu fico ausente, e também agradeço aos que tem ódio por mim e se sentem incomodados com o que eu falo, porque sem vocês eu não saberia sobre o que escrever essa semana.
quinta-feira, 15 de março de 2012
E CARNAVAL, PULOU MUITO?
(texto pro TheLookBook.com.br, naturalmente escrito logo após o carnaval)
É essa a pergunta que todo mundo vai ouvir nos próximos dias em algum encontro das tias velhas.
Opa! Pulei demaisss… A-do-ro sair por aí pulando no meio de uma nuvem húmida de suor alheio que paira no ar! Samba então, é comigo mesmo! Afinal nasci popozudona, da cor do pecado e sei rebolar até o chão como ninguém!
E aaai de você se falar “Ah, fui pro interior com amigos relaxar…”, porque isso é crime no Brasil. Só não é crime não ‘pular’ o carnaval se você vai pra Aspen do Jordão com todos os seus coleguinhas de adolescência mostrando assim que virou gente grande. Essa é a única exceção a qual você pode dizer que não gosta de escolas de samba e dessa coisa toda. Mas a verdade é que Aspen é o destino mais disputado no carnaval dos brasileiros, fora Rio de Janeiro e Salvador. Não sei como ainda não criaram enredos louvando a sombra dos pinheiros (ao invés de coqueiros) e carros alegóricos com neve artificial.
E antes que me atirem pedras, não estou falando aqui que nada disso é ruim nem bom. Todo mundo gosta de uma farofa de vez em quando. Sendo em Aspen, sequinho, ou nos camarotes da Sapucaí trocando suor com globais e bees da moda.
Eu já tive a honra de participar desses dois clássicos da temporada. No Rio descobri que o legal mesmo é a parte que você vai lá pegar credencial, customiza a camiseta, fica na função toda, o caminho da van até o sambódromo (sempre tem algum famoso que senta atrás de você)… Pura adrenalina!!! Tudo isso pra quêee? Pra quando você chegar lá passar o maior calor da sua vida, ouvir aqueeele sambinha, passar a noite tomando CERVEJA e comendo azeitona. Mas como eu não gosto de samba e só vejo cerveja como uma única utilidade – cinzeiro, me resta sentar e só comer azeitona mesmo. Ah, não posso ser tão injusta… Na minha sétima azeitona e no auge do meu DDA, de alguma forma, surgiu o Gabriel Pensador do meu lado… E taí um cara que eu pago pau. Então trocamos umas idéias e a noite valeu super a pena. (Gabriel, se você ler esse texto e lembrar de mim – camarote da Nova Schin, segundo andar, 2006 – me manda um e-mail! Adorei conversar com você e a gente nem terminou aquele papo da numerologia do tel 2345678 que você tanto fala naquela música…).
Mas enfim, partindo da velha premissa “gosto cada um tem o seu”, espero que todos tenham aproveitado o feriado da forma que lhe é peculiar, porque pra mim só era legal na época que a gente podia rir da coleira que a Luma desfilava pro Eike. Desde então, vou preferir continuar ‘pulando’ o carnaval e indo pra bem longe.






















